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sábado, 11 de junho de 2011

Os preceitos da amizade segundo a bíblia


Por gentil pereira


"...não consigo lidar com amizades que só se mantem por causa de conveniências...Quero acreditar em amizades que não se intimidam com censuras, que não abandonam na hora do apedrejamento. amigos não desertam." (Ricardo Gondim)

Depois de pensar e repensar nas prerrogativas de uma amizade, comecei a correr aberas do que deixei passar... os amigos. Nas poucas, chamadas “saudações religiosas” eu ainda leio (e não me canso) a bíblia em Lucas16:09 "Granjeai amigos..."

Ajudar, fazer, valorizar amigos é o único bem que deixamos nesta vida. Provérbios 17 "Em TODO o tempo ama o amigo..." O amigo de verdade não se preocupa em ser reconhecido como amigo mas sofre junto e perdoa em silêncio.

Provérbios:24 " O homem que tem muitos amigos,pode se alegrar..." Leio esses versículos e vou deixando os benefícios de uma boa amizade para traz pois o meu coração não está nos benefícios...mas sim no AMIGO.

Não há doçura maior que os amigos. Por isso faço amizade com meu pai , minha mãe , meu irmão e irmã, as pessoas da igreja, os vizinhos, tento pelo menos . Fui trabalhando em meu coração as prerrogativas da amizade.

Joáo15;15 " Já não vos chamarei servos...mas tenho vos chamado de amigos,porque tudo que ouvi de meu pai vos tenho feito conhecer." Transparência. O amigo não tem medo do seu amigo, ele se mostra sem receio de ser criticado pois se for criticado, sabe que é pelo amor.

Demorou muito tempo para que eu aprendesse ...Agora posso ENSINAR as pessoas a serem AMIGAS. Jó 6:14 "Ao que está aflito devia o amigo mostrar compaixão,ainda que deixasse o temor do todo poderoso." verso gentilizado "Ainda que seja um desviado; é amigo? Mostre compaixão."

" Quero ser amigo de quem não é muito certinho .Não tolero conviver com gente que nunca tropeçou nos próprios cadarços" ( Ricardo Gondim )

Convivo diariamente com pessoas que querem versículos para base; é a chamada base bíblica. Por isso ensino baseado na bíblia. Mas nada me impede de aprender certos princípios, que a sociedade religiosa abafou em dogmas e conceitos pré-determinados ou em pré-conceitos.

Ainda bem que temos Profetas como o Pastor Ricardo Gondim que nos faz lembrar, pensar, e refletir com profundidade algumas verdades que nos esquecemos por conta da nossa própria religiosidade.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Parei de falar

Por gentil pereira

Acredito que falo de mais...Como todo ser humano gosto de falar, falar e me esqueço de agir conforme aquilo que falo.
Vez ou outro me torno hipócrita:
1.fingido, que não age de acordo com as ideias que demonstra ter
2.em que há hipocrisia. Vivo uma constante dualidade religiosa.

Sei que preciso ser mais santo ao falar de santidade, mais puro não aos olhos de quem me vê mas a mim mesmo...

Sou hipócrita ao falar, falar e não viver em conformidade com o que falo.

Ao refletir sobre isso percebo que esse impasse sobrevem a todos os que sem perceberem são obrigados a usar máscaras.

Usamos máscaras religisosas infindáveis. EU uso até hoje. No entanto espero largar essa mácara que me corrói a alma.

Alguns convivem bem com a percepção de sua hipocrisia, mas a mim me dá asco. Enojei-me de mim mesmo. Gostaria de escancarar meus erros e pecados, sombras e negrumes espirituai. Mas o ser humano não está preparardo a perdoar e amar os menos afortunados como eu. Sou falho e a religião não perdoa.

Mas dia após dia serei melhor com ajuda de amigos...


Que Deus me ajude!

terça-feira, 12 de abril de 2011

Como ganhar dinheiro fácil...

Por gentil pereira

O cristianismo como forma de ter lucro fácil se tornou algo cheio de heresias em nosso meio brasileiro. Ao meu ver seres gananciosos usam tudo e até mesmo o evangelho para ganhar dinheiro ilicitamente.

Mas não, o problema não é a religião, pois o Islamismo como forma doutrinaria e humanitária educou política e socialmente o Oriente Médio durante séculos, mas no caminho apareceram seres que dominaram famílias inteiras pelo bel prazer do poder e riquezas...

O engano abate todos os segmentos socioeconômicos e religiosos do mundo e pessoas menos instruídas caem facilmente na lábia de marqueteiros televisivos que prometem dinheiro fácil.

Não sei como ganhar dinheiro fácil; no entanto o que sei é que não existe formula ou palavra mágica para ganhar dinheiro ou mudar o curso da história a não ser trabalhando e trabalhando muito.

Não existem palavras mágicas que nos faça melhores ou mais prósperos. Se alguém promete facilidades nos Reino dos Céus ou aqui na terra logo desconfie.

Que Deus nos Ajude!

Definindo o que é ser Espiritual

Por gentil pereira

Não quero aqui colocar padrões para o que é ser espiritual, mas sim pensar e repensar a questão espiritual do ser humano nos dias atuais. Tomo com isso um caminho inverso do que é ser espiritual explicando, no meu prisma o que é ser carnal.

Alguns podem dizer que ser carnal é viver segundo o curso deste mundo fazendo o que lhe dá na telha sem prestar contas a ninguém, fazendo conforme seus desejos mais ardentes ferindo com isso os padrões sociais e religiosos. Pode ser isso mesmo, ser carnal é mais complexo do que se pensa.

Ser um ser carnal é viver e andar conforme os desejos da carne sem se questionar se isso pode ou não prejudicar a si ou ao próximo.

Dito isso, ser espiritual é viver diante de uma moral e ética irrepreensível dentro de uma sociedade má e corrupiada pelo capitalismo social e religioso. Há na visão religioso uma inversão de valores quando se trata de espiritualidade.

Existe a manifestação do Espírito ou “manifestações espirituais” relatada em I Corinthios 12 que enaltece o amor em detrimento a todos os outros dons, ou chamados de dons...

E de uma forma mais elevada nas cartas direcionadas aos Gálatas Cap. 5 vers. 22 o Apostolo Paulo retrata o que é estar cheio do espírito e ter o fruto do Espírito, e mais uma vez começa o capitulo citando o AMOR que se faltar em nós seres humanos tudo o mais é palha.

Que Deus me ajude!
A relação entre esses homens, o aborto e a Bíblia
Por Wilson Porte Jr.


O que você pensa de uma pessoa que se acha no direito de julgar se uma criança deve viver ou não?



Para esses três homens, a vida de certas crianças não significa nada. Seu direito e sua escolha pela vida, não importam de nada. O que me espanta é como dois pastores que nunca empunhariam uma arma nas mãos (creio eu), podem ser favoráveis a outro tipo de massacre infantil em nossa nação.
Na sexta-feira da semana passada (8 de abril de 2011), um amigo chamado Marcos Vasconcelos escreveu um artigo sobre “Os brasileirinhos abortados no Realengo”. Neste artigo, Marcos traça paralelos entre o crime praticado por Wellington Menezes de Oliveira (o atirador da escola no Realengo) e o crime praticado por milhares de brasileiros, diariamente, assassinando crianças que ainda vivem a vida intra-uterina. Ao primeiro, normalmente chamamos de assassinato. Ao segundo, normalmente damos o nome de aborto, ou, como insistem alguns, de “interrupção voluntária de gravidez”.
Além de Marcos, outros amigos têm escrito sobre o mesmo prisma, como fez Enézio de Almeida Filho, tratando da hipocrisia brasileira ao silenciar diante do massacre que acontece todos os dias quando milhares de crianças morrem abortadas.

Meu coração ainda chora quando lembro das palavras da aluna Jade Ramos (12 anos) que assistiu Wellington matando seus coleguinhas em plena sala de aula: “não atira em mim, não atira em mim, por favor, por favor moço”, após o que, ele atirava em suas cabeças.
Com toda sinceridade, sinto uma profunda tristeza pela concordância do Pr. Caio Fábio e do Bp. Edir Macedo com o aborto. Sim, embora pareça algo absurdo, esses senhores são aberta e publicamente favoráveis ao assassinato de crianças vivendo no útero. Não estou escrevendo sobre a vida e o caráter desses três homens, pois não os conheço (Caio, Edir e Wellington).

Escrevo com base naquilo que eles têm feito e dito publicamente.
Pr. Caio Fábio
Caio Fábio, pastor muito conhecido (e seguido) em nosso país, é a favor do aborto. Há dois documentos na internet onde ele se manifesta apoiando sua prática.
Em seu site pessoal, há uma seção onde pessoas enviam cartas para que Caio às responda publicamente. Em uma dessas cartas, uma mulher fica sabendo que está grávida de uma menininha de 13 semanas, e que a mesma é portadora da Síndrome de Down. Diante dessa notícia, o casal fica profundamente triste e procura um psicólogo “cristão” que os aconselha a abortar a criança, uma vez que o nascimento da mesma traria muita tristeza, tanto aos pais “quanto para o neném”, palavras dos pais.
Diante desse conselho (do inferno, no meu ponto de vista), esse casal procura um pastor pedindo conselhos bíblicos para sua decisão. E escrevem para o Pr. Caio Fábio. O que, talvez, não esperavam (não sei), é que o Pr. Caio não acrescentaria nem tiraria um til ou uma vírgula do que o psicólogo lhes aconselhou.

Mesmo sabendo que a criança já tinha 13 semanas de vida, que era uma menina, leia o que Caio respondeu ao casal:
“Sobre sua questão, se é pecado ou não, digo-lhe, com minha consciência limpa diante de Deus, que se eu estivesse em situação semelhante, com todas as dores desta vida, ainda assim aceitaria a sugestão do psicólogo e cristão. ... Creio também no Deus que vê o coração, e que não julga como julga o homem, e que sabe com que coração vocês tiveram que fazer isto. Pecado, meu irmão, é ter filhos sem amor, é deixa-los crescer sem afeto, é não educa-los na justiça e na misericórdia, e, sobretudo, é chamá-los à existência sem que se tenha a disposição em amor quanto a cuidar deles ... Pecado não é abortar a criança que nasceria sem meios de viver a vida com independência, sendo que tal decisão foi objeto de dor e tristeza (Deus vê) por parte dos pais. Não! Pecado é gerar filhos que existem como abortos vivos no chão da Terra. Quanto ao mais, meu querido amigo, cuide bem de sua esposinha, encha-a de amor e carinho, e, tão logo quanto seja possível, busquem juntos ter um outro filho.”
Caio Fábio aqui: http://www.caiofabio.net/conteudo.asp?codigo=01851 (acessado em 11 de abril de 2011)


Bebê de 13 semanas de gestação
Entenderam o conselho de Caio? Pecado não é abortar, mas ter filhos sem amor! Logo, se o filho em seu ventre não trará alegria a você, o aborte. Simples assim. Se você não terá a disposição de amar seu filho, é melhor matá-lo (ou, para ficar mais bonitinho, “abortá-lo”). Seja sincero com você mesmo e busque, acima de tudo, a sua felicidade — este é o conselho de Caio, e não da Bíblia! Veja aqui como é uma menina com 13 semanas de vida, e que Caio aconselhou os pais a matar. Leia um excelente comentário sobre isso neste excelente artigo de Norma Braga.
No YouTube, Caio Fábio é questionado por seguidores quanto ao aborto. O que seu questionador aparentemente espera é que ele contradiga o que Edir Macedo havia dito quanto à prática do aborto. Mas não. No vídeo, Caio apenas diz que “aborto é um assunto pessoal”, ou seja, cada um, em sua própria família, deve decidir segundo sua própria consciência se devem abortar ou não, e que ninguém deve julgar a decisão do outro. Neste vídeo, Caio não usa um texto bíblico para responder a pergunta. O que se ouve é um discurso cheio de uma aparente intelectualidade recheada com tons de espiritualidade. Mas sem Bíblia. Aliás, pra quê Bíblia para um senhor que se assenta na varanda de sua casa para gravar videozinhos falando mal de tanta gente, batendo a mão na cadeira e desafiando “qualquer teólogo a vir discutir comigo”, quando, na verdade, ele só grita e diz tudo isso pra seus questionadores e seguidores que gravam suas declarações para, depois, soltar o veneno internet afora.


Bebês abortados
Mas, talvez você diria, ele fala de Deus, ele fala do caminho da graça, ele fala do Nome, ele isso e ele aqui. Muito bem! E por outro lado, diz o que diz aí acima. Sabe do que eu chamo isso? “LÍNGUA DE SERPENTE”. Sai da mesma boca, mas tem uma ponta voltada para um lado e outra para outro lado. Eu lhe digo: cuidado com serpentes! Com elas não se brincam.
Para mim, tal conselho do Pr. Caio é veneno que vem de serpente, e, por isso, eu grito bem alto a todos quantos amo: FUJAM DESSA SERPENTE, OU SERÃO MORDIDOS E MORRERÃO.
Bispo Edir Macedo
Em um vídeo ao qual você pode assistir clicando aqui, Macedo diz que “adora falar sobre aborto e planejamento familiar”. Ele diz que gosta do assunto pelo fato dele trazer alegria e paz para muitas família. Eu duvido.
Macedo diz que o aborto é uma forma de manter a qualidade de vida em uma família. “Poucos filhos, poucos problemas”, diz Macedo. Para Macedo, as meninas pobres têm tido muitos filhos, e sem nenhuma estrutura. Daí, justifica que o melhor para todos é o aborto. Veja o que ele diz:
“Eu pergunto o que é melhor: um aborto ou uma criança mendigando e vivendo em um lixão? O que é melhor? Eu sou a favor do aborto sim, com toda a fé do meu coração. E se estou pecando, eu cometo este pecado consciente disso, porque é uma questão de inteligência, de razão... Lá em Nova Iorque, depois que legalizaram o aborto, a criminalidade diminuiu, assustadoramente. Por quê? Porque deixou de nascer criança revoltada. Por que uma criança revoltada é uma arma contra nós, contra a sociedade. Sou a favor do aborto, sou a favor do planejamento familiar.”
Edir Macedo aqui: http://www.youtube.com/watch?v=w1ebd-w2eR8 (acessado em 11 de abril de 2011)

Percebe a semelhança entre Macedo e Caio Fábio? Para ambos, o importante é a sua felicidade! E não a da menininha de 13 semanas que está no ventre daquela mãe. Você tem direitos! Vai lá e aborte! O importante é agir segundo o seu coração, o importante é ser sincero, é ser inteligente, e não ligue para o que os outros vão dizer de você.
Lamento Edir, lamento Caio. Lamento por vocês. Como cristão, sinto vergonha alheia de vocês. E gostaria, sinceramente, que Deus lhes ajudasse a entender a beleza desses versos bíblicos:
“Antes do seu nascimento, quando você ainda estava na barriga da sua mãe, eu o escolhi e separei para que você fosse um profeta para as nações”

(Jeremias 1:5)
“... cobriste-me no ventre de minha mãe. Eu te louvarei, porque de um modo assombroso, e tão maravilhoso fui feito; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem. Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui feito, e entretecido nas profundezas da terra. Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia. E quão preciosos me são, ó Deus, os teus pensamentos! Quão grandes são as somas deles!” (Salmo 139:13-17)
“Quando ouvi você me cumprimentar, a criança ficou alegre e se mexeu dentro da minha barriga.” (Lucas 1:44)

Sabe qual a diferença entre a vida daqueles adolescentes mortos no Realengo e a das crianças abortadas diariamente? Nenhuma. Todos são seres humanos, vivos, querendo viver, escolhendo pela vida. Mas são crianças indefesas nas mãos de homens com poder para decidir se vão ou não tirar a vida das mesmas. Em ambos os casos, as crianças não tiveram nenhuma condição de vencer os “adultos” que os quiseram mortos.

Se puder assista esses vídeos e que Deus nos ajude!

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=oJUvIMK_bfo#at=32

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=2gEXODYhymE

quinta-feira, 17 de março de 2011

Uma regra para adorar a Deus

Minha esposa Izabel escreveu um texto outro dia sobre adoração e louvor a Deus ao contrário do que os outros ditam e eu gostei muito. Por isso posto aqui no meu blog esse texto precioso para o nosso deleite. Uma critica as regras para adorar a Deus. Como se houvessem algumas. Que Deus nos ajude!

Uma regra para adorar a Deus
Por Izabel Santos

Não consigo entender as idéias que se faz nas igrejas evangélicas a respeito da forma como se deve adorar a Deus. Dizem que há uma regra muito clara para tal ato; primeiro você canta cânticos alegres e só depois você estará liberado para adorar a Deus.

Quando ouço isso meu coração salta como se fosse arrebentar. Porque tenho aprendido a adorar ao Pai em espírito e em verdade e muitas vezes em meio a tribulação, e minha adoração não passa de lágrimas diante do meu Deus. Lágrimas de gratidão e amor ao pai.

Onde está escrito na palavra de Deus que para adorá-Lo eu tenho que estar saltitante? Em João 4 a mulher pede ao Senhor uma regra, um lugar onde ela possa fazer sua adoração. Jesus lhe diz: “Mulher, crê-me que a hora vem, em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai, mas a hora vem , e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim O adorem.”

Somos sempre tentados a colocar Deus na nossa fôrma, mas creia, Ele é soberano e não cabe na nossa caixinha de regrinhas. Não cabe e nunca caberá, pois o véu do templo foi rasgado de alto a baixo por Jesus na sua morte e hoje temos livre acesso ao Pai;

Tenho um conselho aos que me lêem, se vocês quiserem adorar ao Senhor Jesus faça isso da forma que estiverem nas condições em que se encontrarem.

Quem sabe livres ou em cadeias, gozando de boa saúde ou doentes, com o coração alegre ou triste, saiba que o Senhor estará com os ouvidos atentos a adoração do seu povo, seja onde for ou seja lá da forma que for...

Toda honra e toda glória aquele que é digno; Senhor Jesus Cristo.

sexta-feira, 11 de março de 2011

As catástrofes humanas



Por gentil pereira


Chamo de catástrofes humanas tudo que nos sobrevém sem uma explicação plausível, como se ao tentarmos explicar caímos em um labirinto. De que maneira explicar a morte de um amigo em plena força física? Como explicar um AVC em um pastor amigo que está em ascensão ministerial, política e econômica? Como consolar uma mãe que perde seu filho a um mês de seu casamento? Como estancar a dor de um pai cristão que perdeu seu primeiro e único filho de uma forma bárbara nas mãos de ladrões?

Alguns falam em pecado como se Deus punisse os faltosos. Mas daí estender sua ira sobre alguém que todos os dias está aos seus pés é ridículo. Por isso não creio que seja esse o caminho a seguirmos dentro de uma idéia falaciosa. Deus é misericordioso e por isso veio Jesus, para estender sua graça. O pecado é relevante diante da grandiosidade deste ser magnífico que é Jesus Cristo.No entanto os cristãos não estão dentro de uma redoma, blindados a prova de situações difíceis. Salmos 23: 4 diz: “ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte não temerei mal algum por que tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam...”

As catástrofes humanas acontecem todos os dias e em todos os lugares e a qualquer um, independente do credo que se professa. Seja Budista, Espírita, Islâmica ou Cristã, a dificuldade da vida vêm mas, que ela não nos pegue desprevenidos. Sejamos fortes e cientes que a vida é dura mas só pra quem é mole. As dificuldades da vida nos ensinam muitas coisas, mas não é que ela nos sobrevém “para” nos ensinar. Ela vem porque é natural da vida a dificuldade; mas falta sabedoria aos que nada aprende em meio a essas catástrofes...

Aprendamos então que a vida tem dificuldades de todo o tipo e o que nos assemelha a todos os seres humanos é a dor. Ricardo Gondim diz que todos sofrem e esse sofrimento nos faz iguais. Fazer a diferença dentro de nossa sociedade não é ser diferente tendo bens de consumo ou se blindar de todos os ataques da vida. O termo “fazer a diferença” é empreendido por grandes empresas e marketeiros quando querem vender seus produtos valorizando-os ao consumidor. O termo em questão tem sido usado de forma errônea pelos evangélicos quando se fiam naquilo que “aparentemente” é recebido por Deus.

Outro dia uma mulher dizia que estava fazendo a diferença pois em seu prédio os condôminos estavam passando por dificuldades por causa de baratas. O prédio estava infestado de baratas, insetos e ratos mas ela estava “fazendo a diferença.” O seu apartamento estava limpo de qualquer transtorno de insetos, graças a Deus. É coisa para rir porque ela ao invés de ser a diferença interna, no seu coração, estava sendo igual a todos. Preocupando-se com seu próprio umbigo e que os outros se danem.

Uma moça dando testemunho dizia que ela estava fazendo a diferença pois na faculdade poucos terminaram o ano letivo; uns abandonaram, outros por falta de recursos pararam e outros caíram na farra e deixaram a faculdade para lá. Mas ela não, ela é evangélica e está “fazendo a diferença”. Terminou a faculdade graças a Deus. Não sei o que é “fazer a diferença”. Mas não quero fazer a diferença. Sou igual a todos os que me cercam, não sou melhor que ninguém e não quero vender meu peixe pelo valor acima da realidade.

Se a minha moral e meu caráter forem íntegros diante de minha sociedade, e isso for fazer a diferença então eu quero. Se não for isso estou fora.

Que Deus me ajude!

A imoralidade de nossos líderes religiosos




Por gentil pereira


Dentro de nosso segmento religioso há seres humanos que são imorais usando máscaras de santidade e pureza. Não admito que eu ao imaginar e pregar a verdade, ainda possa haver no nosso meio homens e mulheres sujeitos a mentira, mas há...

Para a minha tristeza prevejo turbulências no centro de nosso arraial evangélico; não haveremos de encontrar dinheiro em cuecas e meias dos nossos líderes.
No entanto encontraremos negritudes terríveis no coração de homens santos (aparentemente santos) e isso é muito pior, a aparência de santidade.

Prefiro posicionar-me como falho e errar, a posar-me de homem santo e nunca ser corrigido.
Prefiro estar entre os pequenos de minha comunidade a comunicar-me com os grandes e intocáveis da religião.

Quero imaginar-me humano que sou, digno de respeito, amor e perdão a ser espiritualismo acima do bem e do mal usando uma máscara de santidade.

Meus passos são vigiados dia e noite, mas não é por isso que não pode haver fingimento em meu ser. Não pode haver a bipolaridade em meu ser porque o caráter e a moral é algo natural em minha alma. Ora, a imoralidade de nossos religiosos é uma vergonha.

Alguns podem passar impunes na vida cometendo falcatruas e deslizes, diante dos homens; mas não dormirão tranqüilos se tiverem consciência. Se dormirem em paz com suas consciências só lhes restará o inferno. Logo verão a paga que Deus lhes reserva, se não em vida, pós-mortes no dia do juízo.

Essa é minha esperança, se não se arrependerem.



Que Deus nos ajude!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Erros que os evangélicos incorrem

Por gentil pereira


O caminho que os evangélicos (e aí escrevo “evangélicos” com letra minúscula) estão percorrendo no Brasil é o mesmo caminho dos conceitos,

Primeiro: Orientais, o que é muito interessante, pois pregam a força do pensamento e o poder da palavra falada. Um exemplo é quando você fala várias vezes e todos os dias aquilo que você deseja. Exemplo: “Eu sou vencedor, eu vou vencer, eu vou conseguir, vai dar certo...” Essas são frases muito usadas no budista e xintoísmo.

Segundo: Feitiçaria, é um dos erros que os evangélicos estão incorrendo. Sem perceberem fazem uso da fé para obter coisas diante de Deus. A feitiçaria se concentra no “poder da FÉ”. A fé se tornou poder diante de situações difíceis para os crentes que lançam a Deus esse poder a fim de conseguir o que querem Dele, coisa que a feitiçaria já faz há muito tempo voltando-se aos seus deuses.

Terceiro: Psicologia, pois o ser humano, diz os evangélicos, não é só aquilo que a própria pessoa pensa de si, mas sim o que Deus quer que ela seja. Ou seja, a religião evangélica tem adentrado na psicologia dizendo que somos aquilo que pensamos ou cremos ou queremos ser bastando termos pensamentos fortes sobre nós mesmos...

Se trabalharmos para mudarmos nosso caráter e nossa forma de ser e de pensar a sim acontecerá. A psicologia não determina, nem a religião e nem a força do pensamento ou da palavra o que haveremos de ser ou somos e sim nossos esforços e esperança em melhoras futuras confiando em Deus.

Quarto: A auto-estima não tem conotação com cristianismo, mas não sei porque os líderes religiosos insistem em pregações que levantam o alto-astral do ouvinte. As pregações dos pastores brasileiros hoje giram em torno da altivez ou auto-confiança e o amor próprio de suas ovelhas. Cultivar alto-estima é um grande erro.

Para a minha tristeza ao invés dos lideres prepararem as pessoas para a vida e as suas dificuldades, fazem com que elas dependam de uma palavra de segurança; mesmo a bíblia dizendo que no mundo teremos aflições. Mas uma confiança tem os Evangélicos (e aí escrevo com letra maiúscula) “Eu irei para o meu pai mas uma promessa faço, que todos os dias estarei convosco.”


Que Deus nos ajude!

Cruzada Evangelística

Por gentil pereira



Estou em uma grande e eterna cruzada evangelistica;
Pouco me darei a textos longos. Dá trabalho ter que parar, pensar e escrever. Sem contar que debater assuntos difíceis com os mais inteligentes que eu leva tempo e dinheiro.

Uma cruzada evangelistica é algo que suga minhas forças física e mental...

Como vejo uma cruzada evangelistica? Não é para mim um ajuntamento de seres ávidos por milagres e nem o pode ser. No passado se conquistava terras e falava de Jesus aos incréus...

Ao inverso disso tudo que conta a história sobre “Cruzadas Evangelisticas” e do que se viu com os grandes Evangelistas Protestantes mundo afora, começo a andar com passos mais lentos; salvar almas é um risco que corro... Mas canto como o Almir Sater a bela música

" Ando devagar
Porque já tive pressa
E levo esse sorriso
Porque já chorei demais

Hoje me sinto mais forte,
Mais feliz, quem sabe
Eu só levo a certeza
De que muito pouco sei,
Ou nada sei

Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs

É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir

Pretensiosamente ouso a dar conselhos; e sentar-me com os humildes é um ato de amor e cidadania. Comer com os pobres, acolher e chorar por crianças que foram abandonados por pais que escolheram o crack a cuidar deles, abraçar e beijar um velho homem que sem entender foi largado em asilos... Dançar uma doce valsa com a avó isso sim que é evangelizar, se evangelizar é “anunciar boas novas”. Boas Novas é dizer que ainda há esperança mesmo nas dificuldades da vida.

Pois não existem boas novas sem festa e alegria, esperança e sonhos, futuro e amizade. Cristianismo ou não, começo a enxergar com mais profundeza os seres humanos menos afortunados pela vida, e sem falar começo agir. Não tenho tempo a perder, o mundo me espera.


Que Deus me ajude!

Falência da instituição evangélica brasileira

Por gentil pereira


Quando eu só pregava e falava, falava e bravejava no púlpito ficava o dito pelo não dito e mesmo que eu estivesse errado em meus conceitos até que havia como voltar atrás. Agora que me ponho a escrever e diante de uma tela de computador me abro e me exponho, não tenho como corrigir e ainda mais que escrevo para meu Blog,

Não há como voltar atrás depois que eu coloquei minha cara a tapa para, (não criticar a igreja), mas o Sistema Religioso evangélico Brasileiro que é um sistema falido e caduco, carcomido pelo tempo.

Para sanar esse problema líderes religiosos têm importado sistemas europeus e americanos que deram certo lá, mas não significa que vai dar certo aqui no Brasil que é um país tipicamente tropical.

O movimento evangélico precisa ser repensado nas academias teológicas, pois nelas se ensina até propaganda e marketing, psicologia, sociologia e um pouco, bem pouco de filosofia; é um crime contra um povo que precisa aprender a viver e não passarem por engodos e ilusões de promessas de curas e milagres e prosperidades e outras besteiras mais. Como se Jesus tivesse ido para algum curso farisaico. Ele na sua simplicidade e humildade foi chamado de mestre.

Não digo que devemos nos emburrecer, mas que no mínimo aprendermos a sermos mais humanos e menos espirituais, pois é isso que tem nos distanciado de Deus dia a dia. Oras, como dizemos que amamos a Deus ao qual não vemos e aborrecemos o irmão que vemos? A lógica é que estamos nos enganando a nós e ao próximo.

Em Mateus Cap. 1: 21 diz o propósito de Jesus ter vindo ao mundo. “Salvar o povo dos seus pecados” As curas e milagres diversos foram conseqüências de sua vinda e não seu propósito principal. Por isso afirmo que, o sistema evangélico é um sistema falido que só tem força para enganar os menos pretensiosos da vida.

Mas existe sim homens e mulheres que querem se livrar desta bitola cristã, (na verdade uma caricatura cristianizada) e ensinar o povo a viver a vida plena de Jesus que não é estereotipada, mas sim no interior do ser humano que se vive plenamente amando o próximo e o servindo como fez Jesus.

Que Deus nos ajude!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Fé radical.

Numa fábula árabe as mariposas queriam entender sobre a luz. Elas desejavam saber o segredo de se sentirem tão fascinadas pela chama de uma vela. O que as deslumbrava? Seria a luz ou o calor? Pediram a ajuda da mariposa rainha. Depois de meditar sobre o assunto, ela aconselhou que cada uma, individualmente, procurasse encontrar a resposta. Todas saíram procurando desvendar o segredo do fogo.

Passado algum tempo, uma mariposa voltou cega de um olho, afirmando que havia chegado perto demais e que a luminosidade da vela lhe tinha ofuscado; e que continuava sem entender os mistérios da luz. Outra voltou com uma asa queimada, reconhecendo que sua experiência não fora satisfatória. Por séculos as mariposas não entenderam porque a luz lhes extasiava tanto. Até que um dia uma voou na direção de uma lamparina com tanta determinação que morreu queimada. Nesse dia a mariposa rainha falou: “somente esta mariposa conheceu o mistério do fogo, mas nós nunca saberemos”.

A experiência com Deus é muito semelhante a essa fábula. É um encontro com o transcendente que não pode ser contido na dimensão do saber empírico. Ninguém aprende sobre o eterno valendo-se das mesmas ferramentas experimentais de um cientista. Portanto, estão errados os ateus que buscam na exatidão matemática ou na pesquisa astronômica os meios de provar a existência de Deus. Estão também errados os teólogos que tentam responder as acusações dos ateus com “argumentos ainda mais sólidos” sobre a realidade divina.

A experiência com Deus é espiritual, portanto, mulheres e homens naturais não conseguem alcançar ou discernir. O crente ouve uma voz inaudível, sente-se acompanhado por uma presença imperceptível e aprende verdades inaprendíveis. Infelizmente, o ocidente iluminista, positivista, acredita poder abraçar as verdades espirituais com as mesmas ferramentas que usa para estudar química e biologia. Quando Jesus afirmou que suas ovelhas ouvem a sua voz, ele não se referia à audição física, mas a uma intuição espiritual que precisa ser desenvolvida como uma sensibilidade imaterial.

A experiência com Deus é sempre inédita. E cada encontro com Deus será original, nunca previsível. As religiões, com seus ritos, procuram domesticar o sagrado, mas Deus não se permite engaiolar por qualquer liturgia. Não existe uma rede grande o suficiente que prenda o Todo-Poderoso, que é livre para agir como e quando quer.

Em diversas ocasiões Deus manifestou sua presença com um vazio imenso. Em outras, “as abas de suas vestes enchiam o templo”. Ele sempre frustrou magos e feiticeiros que prometiam controlar seus atos. Os verdadeiros profetas sabiam que Deus não se deixa manietar por qualquer amarra.

A experiência com Deus é sempre pessoal, intransferível. A maneira como cada um entende e percebe o Senhor é única. Por isso, ele é o Deus de Abraão, Isaque e Jacó. Ele é o Deus que se relaciona com cada pessoa com absoluto respeito à sua individualidade. O Senhor conhece as pessoas pelo nome e se manifesta com total respeito à história de cada um.

Sendo assim, a experiência com Deus requer radicalidade. Para percebê-lo é preciso um vôo tão profundo e radical como o da mariposa que morreu. Conhecer a Deus é mergulhar no mistério, mesmo que isso custe a própria existência. Os que tangenciam a flama com curiosidade nunca aprenderão sobre o divino.

Na Índia, contam que um mestre meditava à beira do rio. Um discípulo aproximou-se pedindo ajuda, pois não conseguia ter um encontro significativo com Deus em seus exercícios espirituais. O mestre tomou o jovem pela mão, levou-o até o rio e o forçou a ficar debaixo d’água, segurando-o pelo cabelo. Depois que deixou o rapaz quase três minutos sem fôlego, puxou-o de volta para que, desesperado buscasse pelo ar. O mestre então lhe ensinou: “se você buscar a Deus com a mesma intensidade como procurou o oxigênio que lhe dá vida, certamente, o achará”. A Bíblia promete que acharemos o Senhor “quando o buscarmos de todo o coração”.

Assim, quando cada um procura conhecer a Deus e se entrega com radicalidade a essa busca, descobre a razão última da vida.


Por Ricardo Gondim.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Projetos de Deus

Por gentil pereira


O sofrimento humano não faz parte de nem um projeto de Deus.

Se é que Deus existe e assim eu acredito; o assemelho a um pai que quer o bem de seu filho, mas é incapaz de protegê-lo a todo o momento das adversidades da vida.

Pois a vida nos prega peças e em suas redes intrínsecas ninguém está protegido dos problemas aleatórios. Tudo faz parte muitas vezes do acaso.

Se Deus ao deixar que os males nos sobrevenham para nos atrair a si, ele é um deus cruel e mal, pois que pai tenta atrair seu filho com dor e sofrimento?

Se Deus nos quer próximos a Ele provocando-nos angústia que pai é esse se não um tirano mau e perverso? Por acaso vou amá-lo por me fazer mal?

Os teólogos tentam explicar com “permissão”, permissiva e outros balaios remissivos.

Nada redimi as ocorrências fatídicas da vida. As fatalidades não têm propósito, mas com elas aprendemos a amar a Deus ou odiá-lo. Se for Deus o culpado o odiamos. Se for fatalidade da vida o amamos e ele nos ajuda a vencer as dificuldades.


Que Deus nos ajude!

Essa é a hora do Egito!

Por gentil pereira

Atrevo-me a escrever sobre esse país histórico, o Egito... Pois essa é a hora do Egito se levantar como um país expressivo dentro da política mundial, É necessário que se liberte da opressão presidencial de 30 anos. O povo não pode fazer concessão aceitando qualquer coisa. A Tunísia é que fez o certo. Pois o presidente é que tem que sair, para um outro mundo renascer nos corações deste povo histórico. Esse é um país que tem a capacidade de mudar o curso de todos os povos e não muda a si mesmo; mas agora é a hora Egito!

O Brasil está com vocês! Que os deuses vos abençoem...


Que Deus nos ajude!

Porque todos gostam do SUPERMAN?

Por gentil pereira

Um Super-Homem que tem poderes de voar e, uma força sem igual, capaz de correr um país ao outro em milésimos de segundos. Dos seus olhos saem um raio vermelho poderossímo.

Porque todos gostam do Superman? Provavelmente porque faz parte do sonho dos seres humanos de serem invencíveis em todas as guerras e lutas da vida bastando um aceno, e isso é utopia.

O “Retorno do Superman” (o filme) foi um utópico do ser que até mesmo após a morte do herói ainda assim havia esperanças... E lá estavam as pessoas esperando a ressurreição do herói invencível.

Até parece que estavam contando a história de Jesus Cristo, mas que morreu pelos pecados da humanidade. Humanidade que recusou tal atitude. Alguns não percebem, mas a história do Supermam é pura heresia.

No entanto todos gostariam de ser um Super-Homem capaz de vencer tudo e todos; por isso tanto sucesso faz o filme em todas as línguas desafiando o credo do Cristianismo...


Que Deus nos ajude!

Porque todos gostam do SUPERMAN?

Por gentil pereira

Um Super-Homem que tem poderes de voar e, uma força sem igual, capaz de correr um país ao outro em milésimos de segundos. Dos seus olhos saem um raio vermelho poderossímo.

Porque todos gostam do Superman? Provavelmente porque faz parte do sonho dos seres humanos de serem invencíveis em todas as guerras e lutas da vida bastando um aceno, e isso é utopia.

O “Retorno do Superman” (o filme) foi um utópico do ser que até mesmo após a morte do herói ainda assim havia esperanças... E lá estavam as pessoas esperando a ressurreição do herói invencível.

Até parece que estavam contando a história de Jesus Cristo, mas que morreu pelos pecados da humanidade. Humanidade que recusou tal atitude. Alguns não percebem, mas a história do Supermam é pura heresia.

No entanto todos gostariam de ser um Super-Homem capaz de vencer tudo e todos; por isso tanto sucesso faz o filme em todas as línguas desafiando o credo do Cristianismo...


Que Deus nos ajude!

Perdas e ganhos.

Por ricardo gondim

Perdi a fé. Sem qualquer constrangimento, sem medo, saio do armário e confesso publicamente: Perdi a minha fé. Estou consciente que hei de constar no fichário condenatório do Santo Ofício. Corro o risco de ser torturado no garrote gospel.

Receberei inúmeras advertências. Minha caixa postal vai se entupir com mensagens de gente decepcionada. Serei aconselhado a não destruir o meu “futuro promissor”; vão lembrar-me do fogo do inferno, reservado para quem retrocede. Mas não há muito o que fazer, não planejei perder a fé.

Caminhei pelos porões escuros da humanidade. Conversei com pessoas carbonizadas no fogo do sofrimento. Vi crianças subnutridas, sem força sequer de sugar o peito mirrado da mãe. Li uma tonelada de tratados teológicos que tentavam explicar o sofrimento universal. Ouvi um sem-número de sermões sobre a condição humana. Temi os castigos eternos e aprendi sobre os meios que conduzem ao perdão divino. Entretanto, pouco a pouco, vi-me desgostoso com explanações, que julgava simplórias - a princípio, apenas antipatias. Depois, passei a rejeitar o que as pessoas chamavam de fé. Por fim, conscientizei-me que simplesmente não era mais condômino do edifício onde residiam muitos religiosos.

Perdi a fé em um Deus que precisa de pilha para mover o braço. Deixei de acreditar que a “Duracell” que faz Deus “funcionar” seja a fé. No passado, eu procurei mostrar à Deus toda a minha sinceridade. Eu acreditei, piamente, que, caso conseguisse acabar com a dúvida ou hesitação, seria testemunha ocular de grandes prodígios. Jejuei para mortificar a mente; eu precisava calar as minhas inquietações. Certa vez, ao lado do leito de morte de um amigo, chorei desesperadamente; não pelo amigo que agonizava, mas por mim. Eu sabia que, por mais que tentasse, nunca conseguiria demonstrar uma fé inabalável. Meu amigo morreu e eu carreguei por muito tempo, a culpa dele não ter sido curado.

Perdi a fé em um Deus que recusa atender qualquer petição enquanto não houver santidade total. Diziam-me que Deus só ouve os “vasos” puros. Um pensamentos furtivo era suficiente para eu me sentir um lixo humano. Imaginava os difíceis graus de devoção e pureza necessários para eu poder “reivindicar” uma bênção. Vi que jamais teria acesso à bondade divina porque as minhas penitências nunca foram suficientes. Como nunca fui devidamente alvo, minha imperfeição me condenava; um pastor sem milagres, portanto, desqualificado.

Perdi a fé em um Deus que só opera nas micro-realidades. Eu acreditava que Deus intervém pontualmente, isto é, focado e restrito às complicações e necessidades de pessoas. Mas eu não me sentia inquieto. Sequer perguntava: por que essa mesma fé intervencionista não serve para resolver, por milagre, as desgraças que assolam nações e continentes? Ora, se Deus abre uma porta de emprego para um indivíduo, porque não reverte com uma simples ordem, a crise econômica que desemprega milhões?

Perdi a fé em um Deus discriminatório. Já não consigo acreditar em um Deus que pinça alguns para premiar com milagre, mas deixa muitos outros a ver navios. Não faz sentido aplicar a lógica dos bingos e das loterias nos espaços religiosos - para cada sortudo sobram milhões de azarados. Se há razões misteriosas para Deus agir assim, e ninguém pode questionar; se ele trabalha no escuro e a vida é um tapete trançado que só faz sentido do lado da eternidade, então só resta à humanidade seguir os trilhos do destino. Fé não passa de uma mera submissão à bitola do que já foi providencialmente traçado por Deus.

Perdi a fé, mas não sou incrédulo.

Ganhei uma nova fé que celebra a imanência de Deus. Agora percebo que Deus não está longe, mas vive em nós e entre nós. Seu nome é Emanuel, o Deus conosco. Ele está mais próximo que nosso hálito, mais entranhado que nossa medula e mais íntimo que nossos pensamentos. E fez o seu tabernáculo no coração dos homens e das mulheres.

Ganhei uma fé que bendiz a compreensibilidade de Deus. Ele não mede nossa inadequação com critérios tão rigorosos que precisaríamos nos transformar em anjos. Como pai, Deus não leva em conta as nossas transgressões, pois se lembra que somos pó. Deus não rejeita, mas perdoa. Sua pedagogia é libertadora.

Ganhei uma fé que não espera por intervenções de Deus. Minha fé virou uma aposta: Creio que os valores do Reino são suficientes para que eu atravesse a vida sem perder a alma. Minha fé possui uma convicção: Jesus é o modelo digno de ser imitado. Estou certo que seguindo as suas pegadas serei justo, solidário e realizado.

Ganhei uma fé que não tem a expectativa de favoritismo. Busco a mesma atitude de Moisés que, diante da possibilidade do povo não entrar na terra prometida, disse: “Se eles não entrarem, risca o também o meu nome do livro da vida”. Antes de ser brindado por qualquer dádiva, espero que as crianças famintas do Congo, Darfur e sertão cearense, tenham água, comida, roupa, educação e muitos brinquedos.

Estou feliz pela fé que perdi, mas esfuziante com a nova fé que ganhei.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Pinóquio e o Campo dos Milagres

Por gentil pereira


Carlo Collodi (e uma pequena participação minha)

Minha mãe leu toda a obra de Monteiro Lobato enquanto nos colocava para dormir. Repito o mesmo hábito com Naran, meu neto, enquanto ele passa as férias conosco. Terminamos “Alice no País das Maravilha”. Começamos “As Aventuras de Pin óquio” de Carlo Collodi (Editora Iluminuras , 2002). Quanto enlevo!

Chegamos ao capítulo XII. Comefogo, o dono de um teatrinho de bonecos, dá de presente cinco moedas de ouro para Pinóquio para que ele as leve para Gepeto, seu pai; e Pinóquio em vez disso, deixa-se enrolar pela Raposa e pelo Gato e vai embora com eles.

O texto é carregado de significados. E as lições servem não apenas para crianças, mas para adultos enredados por espertalhões de todo tipo, inclusive religioso. Muitos continuam a cair na mesma esparrela que Pinóquio.

Ao transcrevê-lo, faço várias conexões com as promessas abundantes do meio em que estou mais familiarizado: igrejas evangélicas.

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No dia seguinte, Comefogo chamou Pinóquio de lado e perguntou:

-Qual é o nome do seu pai?

-Gepeto.

-E o que ele faz?

-É um pobre.

-Ele ganha muito?

-Ele ganha tanto quanto é preciso para não ter nunca um centavo sequer no bolso. Imagine que para comprar minha Cartilha da escola teve que vender a única jaqueta que vestia, uma jaqueta que, entre consertos e remendos, estava caindo aos pedaços.

-Pobre sujeito! Me dá até dó! Eis aqui cinco moedas de ouro. Leve-as logo para ele e mande lembranças de minha parte.

Pinóquio, com é fácil imaginar, agradeceu mil vezes o patrão, abraçou, um por um, todos bonecos da Companhia, até os guardas, e, delirando de felicidade, seguiu viagem para voltar para casa.

Mas não tinha andado nem meio quilômetro ainda quando encontrou pelo caminho uma Raposa manca de uma pata e um Gato cego dos dois olhos, que iam andando devagarinho, ajudando-se um ao outro, como bons companheiros de infortúnio. A Raposa, que era manca, caminhava apoiando-se no Gato, e o Gato, que era cego, deixava-se guiar pela Raposa.

-Bom dia, Pinóquio – disse a Raposa, cumprimentando-o educadamente.

-Como é que você sabe meu nome? - perguntou o boneco.

-Eu conheço bem o seu pai.

-Onde você o viu?

-Eu o vi ontem na soleira da porta da casa dele.

-E o que ele estava fazendo?

-Ele estava só de camisa e estava tremendo de frio.

-Pobre papai! Mas, se Deus quiser, de hoje em diante ele não vai mais tremer!...

-Por quê?

-Porque eu me tornei um rico senhor.

-Você, um rico senhor? - disse a Raposa, e começou a rir com uma risada desengonçada e zombeteira; e o Gato também ria, mas, para disfarçar, penteava os bigodes com as patas da frente.

-Não tem graça nenhuma – gritou Pinóquio ofendido. - Sinto muito se vou deixar vocês com água na boca, mas estas aqui, se é que vocês entendem isso, são cinco belíssimas moedas de ouro. E tirou do bolso as moedas que Comefogo lhe dera de presente.

Ao som agradável daquelas moedas, a Raposa, por um impulso involuntário, espichou a pata que parecia encolhida e o Gato esbugalhou todos os dois olhos, que pareceram duas lanternas verdes, mas logo depois voltou a fechá-los, tanto é que Pinóquio não percebeu nada.

-E agora – perguntou a Raposa -, o que você vai querer fazer com essas moedas?

-Antes de mais nada – respondeu o boneco -, quero comprar para o meu pai uma bela jaqueta nova, toda de ouro e prata e com os botões de brilhantes, e depois quero ir para a escola e começar a estudar para valer.

-Olhe só para mim! - disse a Raposa. - Por causa da minha paixão tola pelo estudo, perdi uma perna.

-Olha só para mim! - disse o Gato. - Por causa da minha paixão tola pelo estudo fiquei cego dos dois olhos.

Enquanto isso, um Melro branco que estava empoleirado sobre a cerca à beira da estrada cantou como de costume e disse:

-Pinóquio, não dê ouvidos aos conselhos de más companhias, senão você vai arrepender-se!

Pobre Melro, teria sido melhor se não tivesse feito isso! O Gato, dando um grande salto, atirou-se em cima dele e, sem lhe dar nem ao menos tempo de dizer Ai, devorou-o de um só bocado, com as penas e tudo.

Depois de comê-lo e de limpar a boca, fechou novamente os olhos e voltou a se fazer de cego como antes.

-Pobre Melro – disse Pinóquio ao Gato -, por que você o tratou tão mal?

-Fiz isso para lhe dar uma lição. Assim, da próxima vez, ele vai aprender a não se meter nas conversas dos outros.

Já tinham andado mais da metade do caminho quando a Raposa, parando de supetão, disse para o boneco:

-Você quer dobrar as sua moedas de ouro?

-Como assim?

-Você quer que essas cinco miseráveis moedas de ouro virem cem, mil, dua mil?

-Pudera! De que jeito?

-De um jeito muito fácil. Em vez de voltar para casa, você deveria vir conosco.

-E aonde vocês querem levar-me?

-Ao País das Antas.

-Pinóquio pensou um pouco, depois disse com determinação:

-Não, não quero ir. Agora já estou perto de casa e quero ir para casa, onde meu pai está esperando-me. Quem sabe, pobre velho, como ficou ansioso ontem quando não me viu voltar. Infelizmente fui um mau menino, e o Grilo-falante tinha razão quando dizia: “Os meninos desobedientes não conseguem nada de bom neste mundo”. E eu aprendi isso às minhas custas, porque muitas desgraças me aconteceram, e ontem à noite, na casa de Comefogo, corri perigo...Brrr! Me dá um arrepio só de pensar!

-Então – disse a Raposa -, você quer mesmo ir para casa? Então vá, e pior para você.

-Pior para você! - repetiu o Gato.

-Pensei bem, Pinóquio, porque você está virando as costas para a sorte.

-Para a sorte! - repetiu o Gato.

-As suas cinco moedas de ouro de hoje para amanhã teriam virado duas mil.

-Duas mil – repetiu o Gato.

-Mas como é possível que virem tantas assim? - perguntou Pinóquio, ficando de boca aberta de tão estupefato.

-Já vou explicar para você – disse a Raposa. - É preciso saber que no país das Antas tem um campo abençoado que todos chamam de Campo dos Milagres. Você cava neste campo um pequeno buraco e coloca dentro dele, por exemplo, uma moeda de ouro. Depois você cobre o buraco com um pouco de terra, rega-o com dois baldes de água de chafariz, joga por cima um punhado de sal, e, no fim da tarde, você vai sossegado para a cama. Enquanto isso, durante a noite, a moeda de ouro brota e dá flor e, na manhã seguinte, ao levantar, você volta para o campo e o que você encontra? Encontra uma bela árvore carregada de tantas moedas de ouro quantos são os grãos de trigo de uma bela espiga no mês de junho.

-Então vejamos – disse Pinóquio cada vez mais atônito -, se eu enterrasse naquele campo as minhas cinco moedas de ouro, na manhã seguinte quantas moedas de ouro eu encontraria?

-É uma conta facílima – respondeu a Raposa -, uma conta que você pode fazer na ponta dos dedos. Suponhamos que cada moeda dê um cacho de quinhentas moedas; faça quinhentas vezes cinco e na manhã seguinte você vai encontrar no seu bolso duas mil e quinhentas moedas ouro brilhando e tinindo.

-Oh, que bom! - gritou Pinóquio, dançando de alegria. - Assim que eu tiver colhido essas moedas de ouro, vou ficar com duas mil para mim e vou dar as outras quinhentas de presente para vocês dois.

-Um presente para nós? - Gritou a Raposa indignando-se e dizendo-se ofendida. - Deus me livre!

-Me livre! - repetiu o Gato.

-Nós – prosseguiu a Raposa – não trabalhamos por interesses mesquinhos, nós trabalhamos unicamente para enriquecer os outros.

-Os outros! - repetiu o Gato.

-Que pessoas de bem! - pensou Pinóquio consigo. E, esquecendo-se na mesma hora do seu pai, da jaqueta nova, da Cartilha e de todas as suas boas intenções, disse para a Raposa e para o Gato:

-Vamos logo. Eu vou com vocês!


PS. Faça as conjecturas, veja se essa história faz sentido ou não, e tome cuidado, as Raposas e os Gatos continuam por aí).


FONTE:
http://www.ricardogondim.com.br/Artigos/artigos.info.asp?tp=69&sg=0&id=2398

domingo, 23 de janeiro de 2011

Debate entre Criacionistas X Evolucionistas

Por gentil pereira



Nenhum progresso científico do último século conseguiu fazer com que os criacionistas mais tradicionais repensem suas perspectivas, embora repensem suas estratégias. Uma coisa é um velho cientista e seu séquito morrer apegado à idéia de Éter, outra, bem mais complicada, é uma comunidade religiosa inteira misturando crenças milenares com posturas pretensamente científicas que são tornadas tão imunes à revisão quanto os próprios dogmas de fé. É impossível uma atividade científica progredir desta forma.

O que nos leva diretamente ao ponto mais importante. Nada há de errado em apostar numa posição criacionista como concorrente séria à posição científica dominante a não ser sua completa falta de resultados. Lembremos que o evolucionismo não é somente uma explicação abstrata sobre um tema pragmaticamente desconectado da atividade científica, ela está profundamente amarrada com a produção de conhecimento prático, incluindo a medicina, e ainda mais importante, apresenta uma vasta consistência capaz de interligar diversas áreas do conhecimento.

Para concorrer com o evolucionismo, os criacionistas teriam que mostrar uma ampla produção de saber, que desse conta de explicar não apenas questões isoladas, mas um todo coerente, o que necessariamente pressupõe uma investigação conjunta entre diversos pesquisadores e entidades, pois foi-se o tempo que isso podia ser feito por um único pensador.

Pense bem, coordenando interesses com suas comunidades, os criacionistas poderiam obter financiamentos bastante significativos, haja visto a força e integração que possuem. Se ao menos 1% de tudo o que é arrecada pelas igrejas fosse canalizado para pesquisa científica, só no Brasil o orçamento provavelmente seria maior que o de muitas instituições estatais. Por que não o fazem? Quase certamente porque, em primeiro lugar, não há essa coerência nem mesmo entre eles próprios.

Como poderia então haver num âmbito mais amplo. Não esqueça que o evolucionismo mostrou a que veio. Revolucionou uma produção científica, unificou a 'História Natural' e deu origem à Biologia que hoje conhecemos, conectando-as harmonicamente com a Antropologia, Geologia, Paleontologia e etc. Concorrer com esse paradigma não é tarefa simples, é preciso mostrar muito resultado, e provar idoneidade, para se apresentar como uma alternativa. E digo idoneidade no sentido de convencer que se trata de uma postura comprometida antes de tudo com o conhecimento.

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Há diversos mistérios que desafiam e possivelmente permanecerão desafiando nosso entendimento, e creio que o advento da mente é o maior deles. Somos seres INTENCIONAIS que vivem num mundo permeado por eventos físicos supostamente NÃO Intencionais, o que coloca uma divisão entre nós que pode ser vista na relação Sujeito e Objeto. É muito difícil, possivelmente impossível, explicar como se dá a passagem do Não Intencional para o Intencional.

É possível que o limiar seja qualitativo, e intransponível. Para solucionar essa dificuldade, há basicamente 3 opções lógicas. Colocar a Intencionalidade prévia a perpetuamente no mundo Físico, afirmar que a mesma surge em algum momento no mundo Físico, ou remove-la da mente. A última é evidentemente inaceitável e só é considerada na cabeça dos niilistas mentais, como os behavioristas ontológicos, ou talvez o venha ser por computadores mais avançados.

As demais são respectivamente representadas pela totalidade do pensamento religioso e parte do filosófico, a Primeira, e por parte do filosófico e maior parte do científico, a Segunda. Os criacionistas são defensores da manutenção perpétua da intencionalidade na natureza. Infelizmente, mal se dão conta dessa sutileza e colocam tudo em termos de criação divina, o que simplesmente destrói a questão em si transformando tudo em Poesia X Lógica (como se isso fosse possível), ou mero Design Inteligente, que apenas torna a questão fundamental um tanto obscura e pode, por um lado, voltar ao non-sense da primeira, ou permitir atingir a profundidade da segunda.

O que digo, afinal, é que por trás de toda a longa e possivelmente circular discussão entre Criação e Evolução, está por trás algo que possui uma complexidade, e uma beleza, muito mais pura e fundamental do que pode crer o criacionista médio, ou o evolucionista que está interessado na vida apenas enquanto fato científico. Trata-se da noção de que a mente humana, nossa consciência, é algo radicalmente distinto das demais coisas do mundo a ponto de que sua base física, o corpo humano, bem como sua manifestação, sejam coisas que mereçam tratamento radicalmente diferente dos demais objetos físicos, e mesmo dos animais.

A importância dessa distinção é pura e simplesmente ABSOLUTA! E sem ela nada mais faria o menor sentido. As leis se fundam nela, as nações, o conhecimento, a arte, tudo tem como base a premissa inviolável da superioridade intrínseca da mente sobre a matéria. Muitas vezes inconsciente, mas SEMPRE presente.


Que Deus nos ajude!


http://www.evo.bio.br/EVOXCRIA.HTML

Dando o recado.

Por gentil pereira




Como sempre, penso e escrevo aquilo que acredito e muitas vezes e não são poucas, erro. Os meus erros não são algo imperdoáveis como se houvesse, o que não se perdoe. Pois o
ser humano que cresce visualiza em si humildade e simplicidade. Só não sobe degraus mais altos quem não reconhece que erra e quem se torna no decorrer do caminho da vida orgulhoso de sua soberba.

Minhas crenças não me cegam para as demais crenças existentes.Budismo: Crê em várias reencarnações e nas boas obras como forma de aperfeiçoamento e elevação (Lei do Carma).
Nova Era: Deus é tudo, tudo é Deus (Monismo-Panteísmo). Somos parte de Deus e Deus é parte de nós. Nada pode ficar entre nós e Deus. Nós somos um.

Islamismo: Não aceita a obra redentora de Jesus, o Messias. A salvação depende da eleição, acreditando em Deus, evitando o mal e praticando o bem, e não por aceitar a Jesus como Redentor.
Espiritismo: Crê na salvação através das boas obras e na reencarnação como condição de evolução espiritual conseguida pelo próprio homem.
O que é o Ateismo? Ateísmo é a posição filosófica de que não existem deuses, ou que rejeita o conceito do teísmo
Se alguém ler com mais atenção perceberá que tenho respeito com as demais crenças quando escrevo sempre no começo de todos os ismo com letra maiúscula. Respeito tanto as crenças como os que crêem nelas.

Só uma coisa me entristece, e é quando percebo em seres inteligentes falta de respeito com os indivíduos diferentes de si mesmos. Não sei se tudo que começa com P é coisa ruim; mas isso significa que colocamos todos no mesmo Balaio. E eu não costume generalizar. Mas acredito que quem faz isso (generalizar) é igual, só se esconde atrás de acusações.

Eu sou Cristão, mas não na forma religiosa. Sou Cristão como foi o Cristo histórico ou lendário. Sigo quem morreu por mim e por todos na cruz. A minha culpa na sua morte se concentra na minha rejeição do seu ato e não o rejeito, mas aceito sua entrega na cruz. Da mesma forma me entrego a quem precisa de uma mão estendida. Desta forma Deus se manifesta aos povos.

Que Deus se manifesta em cada ato de amor aos menos favorecidos...



E que Ele nos ajude!