Bem Vindo


Seja bem vindo ao meu blog. Que Deus te abençoe em graça e misericordia!

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

O verdadeiro Evangelho

Depois de toda uma vida dedicando-se à uma instituição chamada de Igreja e ao caminho que sempre lhe pareceu o certo,voce esta diante de uma dolorosa dúvida: como é possível ser cristão há tanto tempo e, ainda assim, se sentir tão vazio?

A resposta deste vazio esta na transformação da igreja de Cristo em uma instituição, empresa e organização religiosa, voltada a obter recursos financeiros, foi ai que iniciou-se um processo de perda da verdadeira essencia e identidade da Igreja plantada por Jesus Cristo. Infelizmente, nos dias atuais é difícil econtrarmos dirigentes dessas igrejas, pregando a verdade expressa claramente nas escrituras, pregam de forma a atender os seus interesses pessoais e financeiros da instituição , esquecendo de mostrar para seus membros o caminho verdadeiro de um evagelho voltado para a salvação pessoal e do seu proximo.

O que temos visto é uma suposta igreja de Cristo se afundando em uma religiosidade adaptada para aceitar todo tipo de praticas do mundo(isso para obter mais recursos financeiros), esquecendo das praticas ensinadas por Jesus, também, do dever do Cristão de ser Luz para o mundo, tendo uma vida reta e exemplar na sociedade.

O sal se tornou insípido. A luz está colocada dentro de quatro paredes de uma suposta igreja. A casa foi construída na areia. O Cristo está à porta, mas não lhe abrem passagem. E juram de pé junto com base nas estatísticas de crescimento de sua instituição que estão certos, que Deus esta presente.
A emoção corre solta nos cultos, em pulpitos que parecem palcos de verdadeiros espetaculos da Broadway, isso acontece durante os louvores, pregaçoes, testemunhos e oraçoes com aparatos, palavras e vigor para induzir uma falsa emoção que dura até no máximo ao primeiro passo fora dali, quando o mundo volta a girar em torno do centro da terra, e as panças bem forradas, nem lembram que existem pessoas necessitando de alento e de Cristo.

Esses maravilhosos pregadores e dirigentes, gostam da midia (Tv, Radio, Jornais e Cultos online), esquecendo que muitos necessitam de contato e calor humano para se achegarem a um Cristo verdadeiro e nao ao um cristo moldado aos tempos atuais e interesses da instituição. Enfim, temos uma suposta igreja de Cristo, voltada para o marketing "uma linha de produtos com a cara da massa”.

O mandamento era ide e fazei discípulos, e o que fizeram? Cínico proselitismo. E sabe por quê? Porque esta igreja atual é uma farsa e estão arregimentando novas “almas” para compor uma sofisticada logística do entretenimento entre quatro paredes. Domingo a pós domingo, testemunhos após testemunhos, mensagem após mensagem, louvor após louvor, dízimo após dízimo, pregadores dizem por conveniência coisas que Cristo não disse e omitem outras que ele disse.

Paulo sempre escrevia para Timóteo falando acerca do valor e utilidade das Santas Escrituras. E, na 2ª Epístola de Paulo à Timóteo, capítulo 4, versículos 1 ao 5, Paulo lhe recomendava:

"Conjuro-te, perante Deus e Cristo Jesus, que há de julgar vivos e mortos, pela sua manifestação e pelo seu Reino: prega a palavra, insta, que seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longaminidade e doutrina, pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres, segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas. Tu, porém, sê sóbrio em todas as cousas, suporta as aflições, faze o trabalho de um evangelista, cumpre cabalmente o seu ministério".

Temos que viver o verdadeiro evangelho das Santas Escrituras e prega-las para outras pessoas, abrir os olhos do mundo para a salvação proposta por Cristo, sem adaptar, sem criar atalhos, sem defender interesses proprios. Vamos ser verdadeiros discipulos de Cristo, levando ao mundo a verdade expressa no evangelho.

Temos que voltar à verdadeira forma de comunhão com o Pai celestial através de seu filho Jesus Cristo.

Abraços…

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Eu e Deus

Por gentil pereira santos

Creio em Deus. Mas o que significa crer em Deus? Será que crer em Deus significa não matar, não roubar, não mentir, não adulterar ou não se prostituir?

Oras, se os que mentem dizem acreditar em Deus e os que matam, matam muitas vezes em nome Deus... Então não matar, ou roubar, ou mentir, ou não adulterar não tem nada haver com a minha crença em Deus, pois que muitas ou muitos que se prostituem acreditam em Deus.

Mas então o que significa acreditar em Deus? Será que podemos relativar a crença em Deus dentro de dogmas religiosos? Acreditar em Deus é ter um padrão de caráter mais elevado?

O que significa acreditar em Deus? Será que significa ser melhor que os outros que teêm uma religião diferente ou um deus diferente, e isso então me faz pensar que sou um ser melhor que os outros?

O que significa acreditar em Deus efetivamente? Porque se acreditar em Deus significa ser mais digno socialmente, é preciso reformular-mos o conceito "acreditar em Deus" porque muitos que dizem acreditar em Deus são indgos de dizerem que acreditam em Deus.

Que Ele

nos ajude!

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Pastor Ricardo Gondim, Afirma Que Ateus Têm De Ser Ouvidos E Respeitados



O pastor Ricardo Gondim (foto), 54, da Assembleia de Deus Betesda, disse que “quem não acredita em divindade, mas tem valores éticos” precisa ser ouvido e respeitado.

No Brasil, onde os ateus sofrem preconceito no mesmo nível dos usuários de drogas, uma abordagem positiva sobre eles por parte de um pastor se destaca por ser uma exceção.
Em entrevista ao canal Futura, Gondim disse que gosta de dialogar com ateus – excluídos aqueles que defendem a extinção das religiões – porque eles lhe ajudam na formulação de conceitos e definições sobre Deus.

Afirmou que os questionamentos dos ateus tiram-no de uma área de conforto, ajudando-o a caminhar em direção a Deus. “Eles [os ateus] tiram o religioso do dogmatismo”, disse. “O diálogo com ateus e agnósticos é muito fértil.”

Gondim é um crítico do movimento neopentecostal brasileiro, “um sub-grupo do cristianismo”, conforme diz. Em 2010, ele escreveu que teme que o Brasil se torne um país de maioria de evangélicos porque haveria uma catástrofe cultural. “Como os novos puritanos tratariam Ney Matogrosso, Caetano Veloso, Maria Gadu?”
Escreveu, também, que não aceita a ideia de que Deus está no controle de tudo porque, se assim fosse, Ele teria de ser responsabilizado pelas mazelas deste mundo.

Por causa dessas afirmações, Gondim foi duramente criticado por lideranças evangélicas e fiéis. Foi dispensado de uma revista onde era colaborador havia anos e houve quem dissesse que tinha se tornando em um pastor herege.

Na entrevista do Futura, levada ao ar no dezembro, Gondim defendeu o diálogo entre religiosos e ateus porque, para ele, as religiões não podem se colocar como “donas da verdade”. “A verdade não pertence a uma tradição religiosa.”

Ele citou um teólogo para dizer que os ateus éticos estão conectados ao divino, porque “Deus vai além da ideia de Deus”.

Assista a entevista: ( cole e copie) http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=zBPP7Yd-FZo

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

A rosa e sua nobreza

eu era um grão,
pobre grão jogado,
displicentemente num canto qualquer.
Mãos sensíveis de um jardineiro,
que se dizia ex-futuro pianista,
plantou-me em seu jardim.
Um botânico, certamente curioso,
ao ver-me afirmou categoricamente:
- deste grão não nascerá rosa
- rosa não brotará, afirmou
um advogado...

Semente irresignada
libertei-me do mutismo
e disse para mim mesma:
São todos loucos, todos eles...
Dias depois
Nasci!
Esplendorosa e bela rosa.

(Antônio Moreira)
Poema extraído do livro Antologia XI pg 07
Centro literário de Rio Claro - CLIRC

domingo, 1 de janeiro de 2012

Natal, uma vez por ano

Eu era menino e achava que o natal devia acontecer todas as semanas. Depois, na adolescência, pensei que um por domingo era demais. Na vida adulta, acabei me contentando com dois natais: o meu e o de Cristo.

Chego à madureza sem detestar ou supervalorizar o natal.
Acho bom que uma vez por ano pelo menos, alguns saiam da rotina e visitem hospitais, lares de idosos, creches. Sei, sei, isso devia ser feito semanalmente. Concordo, natal serve para aliviar a consciência de quem gastou os outros trezentos e sessenta e poucos dias do ano basicamente com ele mesmo. Mas não sejamos tão cruéis com a humanidade – pequenos gestos valem.

Acho bom que uma vez por ano pelo menos, procuramos nos comportar como o Samari
tano da parábola. Mesmo com todo o apelo consumista, intuitivamente, recordamos que Jesus de Nazaré contou aquela estória não só para nos ensinar a ser bons, mas para deixar claro quem viverá com Deus. Certo rapaz perguntou-lhe o que devia fazer para herdar a vida eterna. “Ame a Deus e ao seu próximo”, respondeu o Rabino de Cafarnaum. Como não estava mesmo interessado com a resposta, o mancebo retrucou: “E quem é o meu próximo?”

Daí nasceu a parábola: “Um homem viajava por uma estrada deserta e perigosa. Assaltantes o abordaram e tiraram tudo o que possuía; depois de espancar, deixaram o pobre meio morto na beira da calçada. A caminho dos ofícios religiosos, passavam por ali sacerdote e teólogo. A dor do que agonizava não os sensibilizou. Eles não pararam; provavelmente, sem tempo para socorrer o moribundo.

Mas um estrangeiro o viu naquele estado miserável e se condoeu. Parou e cuidou dele”. O arremate de Jesus foi contundente: “Aprenda a reconhecer no desconhecido o seu próximo. Se quiser herdar a vida eterna, cuidado, nunca seja indiferente; aja como o samaritano”.
Acho bom que uma vez por ano pelo menos, nos lembramos de reunir família e gente querida ao redor da mesa. Juntos fazemos uma refeição litúrgica e comer se torna um rito sagrado.

Avisamos à alma: precisamos parar e esperar uns pelos outros. Dizemos que “com-panhia” (com-pão) tem a ver com a alegria de repartir. De tarde, enquanto se prepara a comida, do forno quente brotam memórias. Empilhados, cada prato tem dono (alguns se foram, meu Deus, quanta saudade!). E o brinde promete continuarmos juntos, venha o que vier. Jantamos. As grades do berço primordial, que um dia nos protegeu, ganham ares de parapeito.

As pessoas que amamos são o parapeito, a segurança mínima, que precisamos na vida inclemente, e no precipício do tempo.
Acho bom que uma vez por ano pelo menos, acendemos luzes e, de alguma forma, nos conectamos a Deus, pai das luzes, que não abriga sombra em seu caráter. Se somos ambíguos e sutis em nosso convívio, no natal procuramos ser íntegros. Esforçamo-nos para não deixar o lado cavernoso, dissimulado, escuro, reinar sobre o resto de nossa humanidade. Escrevemos votos de alegria, reanimamos a esperança e apostamos na grandeza do outro.

Acho bom que uma vez por ano pelo menos, celebramos o Deus menino. O reino celestial, nos garantem os Evangelhos, tem características infantis. Cristãos festejam a fragilidade do bebê que dependeu dos braços maternos e das decisões paternas para sobreviver. Esvaziado, humilde e carente, Deus se revelou à humanidade numa estrebaria.

Talvez nessa revelação repouse a mais alvissareira mensagem do cristianismo: Deus abraçou a humanidade em sua pequenez. Desde cedo, no desterro do Egito, conviveu com olhares odiosos. Criticado dentro de casa, soube amargar a incompreensão. Caçado e morto por sacerdotes e políticos promíscuos, experimentou o abandono derradeiro.

No que sofreu, Jesus se tornou o patrono dos desgraçados, paraninfo dos sem-teto, amigo de proscritos. Ele é o ânimo dos que se desgastam pela justiça; o aceno de esperança para os que nadam contra a correnteza. Nele reside a promessa de que o bem semeado no mar da iniquidade jamais será esquecido.

Acho bom que uma vez por ano pelo menos, cuidamos para que cínicos não tomem conta da vida. Sempre vale a pena celebrar, se acendemos uma centelha, um brilho, nos olhos de algum pobre, doente, idoso, discriminado, exilado, viciado, abandonado. Se não conseguirmos, podemos até fingir que estamos alegres no natal; quem sabe a gente gosta de se sentir alegre e quer repetir o natal em outros dias?


Por Ricardo Gondim
Soli Deo Gloria

sábado, 31 de dezembro de 2011

O Natal, o que é isso?

Muito se tem falado contra o Natal. Os principais argumentos são origens pagãs ou católicas, a influência mercadológica nos dias de hoje e uma suposta violação do princípio regulador do culto. Apesar de haverem pontos válidos, no VE não cremos que haja qualquer impedimento bíblico para os cristãos comemorarem o nascimento de Cristo – atenção, comemorar o nascimento de Cristo – em uma data qualquer (ou no dia 25 de Dezembro). Iremos abaixo apresentar resumidamente alguns argumentos e referências sobre o assunto.
Em 2010 postamos um texto de John Piper onde ele trata sobre a relevância da origem pagã do Natal. John MacArthur respondendo a pergunta “os cristãos devem celebrar o natal?” argumenta:

As Escrituras não ordenam especificamente que os crentes celebrem o Natal — não há “Dias Sagrados” prescritos que a igreja deva celebrar. De fato, o Natal não era observado como uma festividade até muito após o período bíblico. Não foi antes de meados do século V que o Natal recebeu algum reconhecimento oficial.
Nós cremos que o celebrar o Natal não é uma questão de certo ou errado, visto que Romanos 14:5-6 nos fornece a liberdade para decidir se observaremos ou não dias especiais:
Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente convicto em sua própria mente. Aquele que faz caso do dia, para o Senhor o faz. E quem come, para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e quem não come, para o Senhor não come, e dá graças a Deus (Romanos 14: 5-6).
De acordo com esses versos, um cristão pode, legitimamente, separar qualquer dia — incluindo o Natal — como um dia para o Senhor. Cremos que o Natal proporciona aos crentes uma grande oportunidade para exaltar Jesus Cristo.


Mark Driscoll diz que quando se trata de questões culturais os cristãos têm três opções: Rejeitar, Receber ou Redimir.

Receber – Há coisas na cultura que fazem parte da graça comum de Deus a todas as pessoas, as quais um cristão pode simplesmente receber. É por isso que, por exemplo, estou digitando em um Mac e vou postar neste blog na internet sem ter que procurar um computador ou um formato de comunicação expressamente cristãos.
Rejeitar – Há coisas na cultura que são pecaminosas e não benéficas. Um exemplo é a pornografia, que não tem valor redentor e deve ser rejeitada por um cristão.
Resgatar – Há coisas na cultura que não são ruins em si mesmas, mas podem ser usadas de uma forma pecaminosa e, portanto, precisam ser resgatadas pelo povo de Deus. Um exemplo que teve grande repercussão na mídia é o prazer sexual. Deus fez nossos corpos para, entre outros fins, o prazer sexual. E, embora muitos tenham pecado sexualmente, como cristãos, devemos resgatar este grande dom e todas as suas alegrias, no contexto do casamento.


Dentro dessa perspectiva, há aqueles que rejeitam o Natal (e não há problema nenhum, desde que se atentem as repreensões de Paulo em Romanos 14). Cremos, contudo, que temos a oportunidade de resgatar esta festividade, usando-a para os seguintes fins:

Primeiro, a temporada de Natal nos lembra das grandes verdades da Encarnação. Recordar as verdades importantes sobre Cristo e o evangelho é um tema prevalecente no Novo Testamento (1 Coríntios 11:25; 2 Pedro 1:12-15; 2 Tessalonicenses 2:5). A verdade necessita de repetição, pois nós facilmente a esquecemos. Assim, devemos celebrar o Natal para recordar o nascimento de Cristo e nos maravilhar ante o mistério da Encarnação.
O Natal também pode ser um tempo para adoração reverente. Os pastores glorificaram e louvaram a Deus pelo nascimento de Jesus, o Messias. Eles se regozijaram quando os anjos proclamaram que em Belém havia nascido um Salvador, Cristo o Senhor (Lucas 2:11). O bebê deitado na manjedoura naquele dia é nosso Senhor, o “Senhor dos senhores e Rei dos reis” (Mateus 1:21; Apocalipse 17:14).
Finalmente, as pessoas tendem a serem mais abertas ao evangelho durante as festividades de Natal. Devemos aproveitar desta abertura para testemunhar a eles da graça salvadora de Deus, através de Jesus Cristo. O Natal é principalmente sobre o Messias prometido, que veio para salvar Seu povo dos seus pecados (Mateus 1:21). A festividade nos fornece uma maravilhosa oportunidade para compartilhar esta verdade.
Embora nossa sociedade tenha deturpado a mensagem do Natal através do consumismo, dos mitos e das tradições vazias, não devemos deixar que estas coisas nos atrapalhem de apreciar o real significado do Natal. Aproveitemo-nos desta oportunidade para lembrar dEle, adorá-Lo e fielmente testemunhar dEle.


E que Deus nos Ajude!

Fonte: http://voltemosaoevangelho.com/blog/2011/12/redimindo-o-natal/

No Natal, Igreja Renascer sorteará apartamento de luxo no valor de R$ 400 mil com carro na garagem

A igreja Renascer em Cristo está promovendo um sorteio de um apartamento de luxo, totalmente mobiliado e com carro na garagem. O concurso natalino está sendo usado para arrecadar verbas.

Um pastor da Igreja que não se identificou afirmou que a igreja precisa inovar para conseguir maiores arrecadações. "Sabe, é como se fosse uma indústria, você tem que jogar suas fichas em um novo produto para tentar alavancar suas finanças. Ou você tenta algo novo, vendê-la para o maior número de pessoas e cobrir seus gastos e tentar lucrar, ou então, ficaremos na velha mania de pedir dez por cento. O apóstolo é um gênio nessa área", afirmou o pastor ao Folha Renascer.

Membros da igreja não sabem explicar a origem do apartamento de luxo, que possui três dormitórios com uma suíte, closet, dormitório para empregada, sacada aberta, duas vagas desmarcadas na garagem e aquecimento central a gás. O imóvel está avaliado em R$ 400 mil, sem levar em conta o valor do carro.

O sorteio será realizado pela loteria federal no dia 24 de dezembro, e caso o sorteio não contemple um ganhador, o prêmio ficará para a Renascer.

Fonte: Gospel+

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

O verossímil e o inverossímil

Verossímil significa semelhante à verdade. E o seu contrário significa semelhante ao falso.
Uma narrativa pode parecer verdadeira(verossímil) e ser verdadeira ou falsa.
Ou pode parecer falsa(inverossímil) e ser verdadeira ou falsa.

O interesse sobre o assunto é maior quando temos as seguintes duas combinações:
1-Narrativa verossímil e falsa
2-Narrativa inverossímil e verdadeira

Os mentirosos utilizam a combinação 1 para enganar. Tanto mais bem sucedidos quanto melhor usarem as técnicas de verossimilhança.

Outras pessoas, comprometidas com a verdade, já passaram por apuros ao narrar tão estranhos e bizarros fatos que, de tão fantásticos, não foram acreditados. Apesar de realmente terem ocorrido. Esse é um exemplo da combinação 2.

Outros nomes para narrativas verossímeis: história que convence, história coerente.
Outros nomes para narrativas inverossímeis: história para boi dormir, história sem pé nem cabeça.

O verossímil e o inverossímil

Verossímil significa semelhante à verdade. E o seu contrário significa semelhante ao falso.
Uma narrativa pode parecer verdadeira(verossímil) e ser verdadeira ou falsa.
Ou pode parecer falsa(inverossímil) e ser verdadeira ou falsa.

O interesse sobre o assunto é maior quando temos as seguintes duas combinações:
1-Narrativa verossímil e falsa
2-Narrativa inverossímil e verdadeira

Os mentirosos utilizam a combinação 1 para enganar. Tanto mais bem sucedidos quanto melhor usarem as técnicas de verossimilhança.

Outras pessoas, comprometidas com a verdade, já passaram por apuros ao narrar tão estranhos e bizarros fatos que, de tão fantásticos, não foram acreditados. Apesar de realmente terem ocorrido. Esse é um exemplo da combinação 2.

Outros nomes para narrativas verossímeis: história que convence, história coerente.
Outros nomes para narrativas inverossímeis: história para boi dormir, história sem pé nem cabeça.

As operações do espírito humano a serviço do conhecimento racional

O espírito humano, para adquirir conhecimento, utiliza a razão desse modo: ele realiza uma seqüência temporal de três operações: a simples apreensão, o juízo e o raciocínio.

A primeira operação.
Quando nosso espírito faz ato de simples apreensão, ele se contenta em apreender uma coisa sem nada afirmar ou negar. Esse ato não supõe nenhuma outra operação intelectual antes dele. Apenas as operações dos sentidos(visão, audição, tato, paladar, olfato e o sexto sentido) podem ser anteriores à simples apreensão.

A segunda operação. Após o ato de apreender, o nosso espírito estará apto a julgar(afirmar ou negar, juntar ou separar). Pelo juízo, o espírito declara-se de posse da verdade sobre este ou aquele ponto.

A terceira operação. O raciocínio é a operação mais complexa do nosso espírito. O raciocínio nos leva das coisas que conhecemos para as coisas que ainda não descobrimos ou demonstramos. O raciocínio calcula juízos previamente concebidos com o objetivo de concluir.

Exemplos:
Simples apreensão: "homem", "mortal", "Sócrates".

Juízo: "Todo homem é mortal", "Sócrates é homem".

Raciocínio: Calcula os juízos e conclui: "Logo, Sócrates é mortal".

Post Scriptum:
O sexto sentido indica a posição do corpo em relação ao campo gravitacional. As "pedrinhas" do laririnto rolam sempre para a posição de menor energia potencial e, assim, excitam terminações nervosas dentro do canal. Só quem tem labirintite sabe como faz falta ter um sexto sentido sadio.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Abolindo o uso da aliança. quem dera.

O anel de noivado usa-se no dedo anelar da mão esquerda. Desde os egípcios que o anel de noivado é usado neste dedo: eles acreditavam que nele existia um vaso sanguíneo com a ligação mais direta ao coração. Se fosse para abolir todas as ações pagãs essa(a aliança)seria a primeira delas.

Tanto o noivo como a noiva, devem sair de casa com o pé direito.

Na véspera do casamento, os noivos não devem dormir sob o mesmo tecto. Dá azar. Para quem já vive junto antes do grande dia, fica complicado! Tradição a quanto obrigas!
Antes de sair para a cerimónia a noiva deve dar o último ponto no vestido.

O casamento- a cerimonia- a festa:
Se actualmente os pais dizem que os seus “filhos se casam” nem sempre foi assim.
Antigamente, no período do reino do sistema patriarcal “os pais casavam os filhos”, e davam-lhes casa, propriamente dito, cedendo á nova família uma parte de suas propriedades, casa e terras. Daí o “casar”, dar casa.

O casamento deve combater um monstro que tudo devora: o costume"
citação de Honoré de Balzac

Não corra o risco de não se casar!
Não deixe ninguém lhe varrer os pés, pois lhe varreria a sorte.
Não experimente alianças de casamento de outras pessoas. Você não quer viver o casamento dos outros, quer o seu!
Não se sente ao canto da mesa. Você não quer ficar “ao canto”.

No decorrer do seu namoro, o par de namorados não devem ser padrinhos de casamento de outros.

Vamos abolir o uso do anel de aliança então. Deixemos de ser religiosos...

domingo, 18 de dezembro de 2011

ESTÉTICA de Mário Quintana.

Mário Quintana assim encontra o Belo:

“Nada, no mundo, é, por si mesmo, feio.
Inda a mais vil mulher, inda o mais triste poema,
Palpita sempre neles o divino anseio
Da Beleza suprema...”

Estética é uma palavra grega que significa percepção ou sensação. Trata-se de ciência, tornada autônoma da Filosofia desde 1750. Ela estuda o Belo e as Artes.
O poeta Antônio Gedeão se pergunta por que as coisas belas deixam cicatrizes na memoria dos homens e por que motivo são belas? E para quê?

Já a matemática portuguesa Natália Bebiano diz que há humanos que consideram a matemática bela e que Einstein usava a beleza como critério de verdade de suas teorias.
E Poincaré assim disse: " O cientista não estuda a natureza porque tal é útil. Estuda-a porque tem prazer nisso; e tem prazer nisso porque ela é bela. Se a natureza não fosse bela, não valeria a pena o conhecimento, nem a vida valeria a pena ser vivida..."

Novamente Natália Bebiano: " A arte existe, não para ser útil, mas para a honra do espírito humano. Para nos reconciliar com os limites da nossa precariedade: a morte, o mal, a guerra...Até ao impossível."

O autor Sailo Marques espera ter despertado o interesse do leitor sobre o tema estética.

O axioma e o dogma

Natália Bebiano é uma autora excepcional. Ela escreveu um livro que abordava vários temas, dentre eles um estudo sintético sobre o axioma. Eu o li há dois anos e verdadeiramente tomei um banho de luz.
Comecemos o assunto por uma lavra aristotélica:
'" Nem tudo pode ser provado, já que, de outra maneira, a cadeia de provas seria interminável. Como temos de começar nalgum sítio, começamos com coisas que admitimos, mas que são indemonstráveis."
Considero essa citação digna de ser dita às crianças. Elas costumeiramente encadeiam aos adultos questionamentos recheados de porquês.
Outro momento adequado para invocar essa lavra ocorre quando alunos intrigados pressionam seus mestres com perguntas, que exigem, como resposta, a exibição de causas primeiras.
Mais luz com Natália:
"Axioma significa originalmente dignidade. Atualmente, também significa o que é digno de ser estimado, acreditado ou valorado. Em outras palavras: Axioma é um ponto de partida que, por sua dignidade, deve considerar-se verdadeiro. Uma vez enunciado e entendido, detém em si um imperativo que obriga ao seu assentimento."
Assim, posso inferir que cada ciência tem seu conjunto de axiomas ou "pontos de partida" indemonstráveis.
Porém e contra a indemonstrabilidade, há estudiosos de critérios de verdade que se recusam a predicar os axiomas como verdadeiros. Eles entendem que um sistema lógico-dedutivo pode ser comparado a um jogo em que os axiomas são somente as regras. E, pelo critério da navalha de Ockham, esses estudiosos tendem a estar certos!
E o dogma?
Segundo o Wikipédia:
"Um dogma, no campo filosófico, é uma crença/doutrina imposta, que não admite contestação. No campo religioso é uma verdade divina, revelada e acatada pelos fiéis. No catolicismo os dogmas surgem das Escrituras e da autoridade da Igreja Católica"
Corolário: ciência e fé são fundamentadas em princípios indemonstráveis.
Exemplos de axioma/dogma/regra de jogo:
1-Não matarás
2-Deus criou todas as coisas
Essas duas regras foram aplicadas em 1376 pelo dominicano Nicolau Eymerich em seu "Manual do Inquisidor":
Caso 1:Uma pessoa é declarada herege porque ofendeu a Deus. Logo ela será queimada pois o que a mata é o fogo e não um cristão.
Caso 2:Uma pessoa zombou do Senhor, debochou do Seu amor e rendeu homenagens ao Danado. Logo, há razões suficientes para que essa pessoa e seus herdeiros não usufruam mais das criações divinas. Nada mais reto do que confiscar/expropriar seus bens em favor do Estado ou da Igreja.

A razão e o argumento irresistível

A ele, ninguém poderá recusar a própria adesão.

"Pois diante do fundamento irresistível, a mente se dobra necessariamente, tal como o faz a vontade diante do poder irresistível. O fundamento último não pode mais ser questionado, assim como o poder último deve ser obedecido sem questionamentos. Quem resiste ao primeiro se põe fora da comunidade das pessoas racionais, assim como quem se rebela contra o segundo se põe fora da comunidade das pessoas justas ou boas."
Norberto Bobbio
Pois bem, Bobbio foi um dos mais famosos humanistas de nosso tempo. E ao aplicar a razão humana a temas sociais, ele encontrou o conforto da coerência porque existe o pacto entre os humanos de que não pode haver a quebra das regras lógicas. Nessa esteira, posso dizer que sempre derrotamos teses antagônicas quando exibimos a corrupção de alguma regra lógica.
A razão humana, desenvolvida ao longo das sucessivas gerações de hominídeos e assemelhados, funciona como um software que roda em nosso encéfalo.
Há várias regras lógicas como o famoso princípio da não contradição: é impossível que algo seja e não seja ao mesmo tempo.
Mas, quando aplicamos a razão humana a fenômenos naturais, precisamos ser mais cautelosos. A física quântica, por exemplo, fere mortalmente as regras lógicas humanas. Por exemplo, a luz pode ser matéria e energia simultaneamente.
Até os fenômenos de transporte de energia, como as ondas de telecomunicações, estão além da nossa natural compreensão.
Pois é. A Realidade debocha da lógica humana.
Immanoel Kant escreveu um livro chamado Crítica da Razão Pura, em que afirma ser impossível para a mente humana apreender toda a Realidade com o intuito de descobrir a razão de ser, as causas primeiras das coisas. Se esse juízo for verdadeiro, a Metafísica desce à cova.
E para piorar a situação da Metafísica, os psicólogos evolucionistas afirmam que nosso raciocínio foi desenvolvido para otimizar a busca do prazer (comida, sexo) e a fuga da dor. Afirmam ainda que fomos desenhados apenas para sobreviver nas savanas africanas. E que não fomos desenhados para responder a todos os questionamentos que nosso encéfalo elabora.
O advento da razão humana nos trouxe méritos (domínio de parte do ecossistema) e deméritos(consciência de não saber o que vai acontecer daqui a pouco e o estresse causado pela não explicação razoável da Realidade apreendida).
Contemplemos agora os questionamentos de um ser menos racional do que nós: Um cão parece pouco se importar com o porvir e a sua Realidade parece não o importunar tanto. Pena que ele pouco domine os recursos materiais e imateriais em seu entorno!
Nota de rodapé:
1. Segundo Carlos Fontes, Metafíca é o termo filosófico que se aplica a um saber que procura penetrar no que está "além" ou "por detrás" do que nos é dado pela experiência imediata.

O demiurgo platônico

Segundo Platão, no princípio do Universo havia a matéria caótica e disforme. Havia também as idéias, que são perfeitas. Havia o espaço e havia o Demiurgo( Deus).
O Demiurgo, entristecido com a desordem, resolve copiar as idéias na matéria. Desse modo, Ele gera os objetos que formam a nossa Realidade.
Assim e para sempre, os objetos imperfeitos(constiuídos da matéria e de cópias das idéias) ficam separados das perfeitas idéias.
Podemos inferir, desse modelo platônico, que as cópias das perfeitas idéias estão incrustadas em nós. Com o tempo, nós nos lembramos das idéias! E a descoberta de algo novo é apenas o relembrar do que já se sabia a priori.
Esse é o momento de pedir ao leitor que se lembre, não das perfeitas idéias, mas das pessoas de sua rede social que são demiurgas platônicas.
Melhor esclarecendo...O termo " demiurgo platônico", atualmente, possui também um significado pejorativo. Ele designa as pessoas que têm a disposição de parecer sempre certas, assenhoradas da Verdade. Pessoas que tudo sabem e que a tudo explicam. Além disso, quando confrontadas com seus erros, fazem cara de paisagem.

fábula do escorpião e do sapo

Segundo o Wikipédia,
"A fábula é uma narrativa alegórica cujos personagens são geralmente animais e cujo desenlace reflete uma lição moral. A temática é variada e contempla tópicos como a vitória da fraqueza sobre a força, da bondade sobre a astúcia e a derrota de presunçosos."
Passemos à narrativa:
Era uma vez um escorpião desejoso de praticar o bem. Como não era bem visto pela comunidade local, resolveu ir viver do outro lado do rio. Lá, poderia exercitar seu altrísmo sem desconfianças.
Mas ele não sabia nadar e precisava atravessar de uma margem para a outra. E sua espécie ainda não havia acumulado o conhecimento náutico suficiente para construir um barco viável para fazer a travessia.
Então resolve pedir carona nas costas de um sapo. Vai lá conversar com ele para expor seu pleito.
O sapo o ouve atentamente. Pensa que o escorpião o está confundindo com um burro e declara:
- Senhor escorpião, não posso dar-lhe carona em minhas costas porque durante a travessia o senhor vai me ferroar.
O escorpião, leitor assíduo de Aristóteles e de São Tomás de Aquino, replica imediatamente:
- Senhor sapo, eu jamais o ferroaria na travessia, pois ao fazê-lo, o senhor afundaria e eu morreria afogado.
Realmente, sapo não é burro mas é batráquio.
Pois não é que o sapo acatou o arrazoado do escorpião, reviu sua opinião e resolveu dar a carona!
Porém, em dado momento da travessia, o sapo sentir penetrar profundamente o agulhão em sua carne sapal.
E, já se debatendo, ainda teve tempo de perplexamente perguntar ao escorpião:
- Mas por quê?
E, antes da submersão, ouviu a seguinte resposta escorpiônica:
- É algo acima de mim, fora de meu controle, é de minha natureza!

O livre arbítrio

O livre arbítrio não existe. Trata-se de uma idealização humana para tornar possível o jogo da ética. Aristóteles já dizia que o homem é um animal político porque almeja viver na pólis(cidade). Por outras palavras: o homem é um animal social, é feliz quando está em uma comunidade.

E em comunidade, cada integrante tem seus atos e omissões avaliados pelos demais membros.
Com o tempo, a comunidade estabelece valores para as ações e omissões de seus membros.
E, para que a comunidade julgue determinado membro, ela supõe que ele teve liberdade de escolha entre o valor "bem" e o valor "mal".

O raciocínio condenatório seria: Ele fez isso porque quis, logo deve receber tal reprimenda.
As punições são necessárias para a saúde da comunidade. Porém a justificativa para a punição é falsa.

A nossa vontade e a nossa determinação são o fruto de uma configuração neuronal e química instantânea. Por isso, nem somos capazes de saber o que estaremos pensando daqui a instantes.
Felizes são os indivíduos que apresentam configurações parecidas. São chamados de normais, pois agem conforme valores sociais médios.

Os que agem longe dos valores médios são os anormais.
Exemplo: tempo de depressão pela morte do cônjuge:
3 dias-anormal-longe do valor médio
3 meses-normal-perto do valor médio
3 anos-anormal-longe do valor médio
Falar mais o que? Já que as palavras são caladas... escrevo. A paz

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

A Farsa De Che Guevara



Sempre fui curioso com a história de Che Guevara.
Já vi um documentário, um filme e li algumas matérias sobre o guerrilheiro argentino, que até hoje faz sucesso nas camisetas descoladas da juventude ao redor do mundo. Ontem eu li a melhor matéria de todas – que saiu na Veja.
A minha conclusão é que a tatuagem de Maradona não poderia ser mais apropriada: Che Guevara é uma farsa.
Eu já desconfiava que Ernesto “Che” Guevara Lynch de la Serna, foi apenas um assassino covarde, encoberto por um discurso altamente “marqueteiro” de justiça social e revolução feito principalmente por Fidel Castro e pelos comunistas, liderados pela União Soviética.
Na verdade, Che Guevara era um bronco, completamente avesso à vida em liberdade. Era mais do que um totalitarista, Che matou muita gente inocente ajudando a instaurar um regime de terror em Cuba, pilares da ditadura pilotada por Fidel e seu irmão Raul até os dias de hoje.
O chefe das forças revolucionárias de Fidel constantemente botava em risco a vida de seus comandados e tinha o dedo pesado na hora de ordenar operações de torturas e fuzilamentos em massa. Foram milhares de pessoas mortas por suas ordens, ou mesmo pelo seu calibre 45, sempre presente em sua cintura.
O mais curioso nessa história toda é o gigantesco contra-senso que aparece nas versões mais fantasiosas de sua biografia, colocando-o como um guerrilheiro pela democracia esquerdista, contrário à ditadura.
Nesse aspecto, Che Guevara até pode aproximar-se de líderes que provaram sua força através de ações de extermínio, como Pinochet, Mao Tse Tung, Stalin, Mussolini, Franco, Hitler e o próprio Fidel Castro. A diferença era a sua enorme limitação enquanto pensador, ou mesmo como estrategista de uma determinada causa. Che era apenas um comandante sanguinário, arrogante e tosco toda vida.
Todos esses líderes tiveram seus nomes imortalizados e inacreditavelmente Che Guevara está entre eles, sem ter conseguido vencer uma causa sequer. Sua colaboração ao mundo fica apenas em uma imagem feita pelo fotógrafo Alberto Korda em 1960 e uma frase que não é sua: “Há que endurecer-se sem jamais perder-se a ternura”.

Há exatos 40 anos Che Guevara morreu na selva boliviana. Suas últimas palavras foram típicas de um derrotado, muito diferente dessa imagem semi-heróica que até hoje é atribuída a si. Não há qualquer dignidade em um comandante que apela e diz para o seu carrasco: “Não disparem. Sou Che. Valho mais vivo do que morto”.
A justiça foi feita, mas lamentavelmente a farsa ao redor do mito continua.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Steve Jobs. Um homen ateu?

Deus das lacunas é uma falácia lógica e uma versão teológica do argumento da ignorância. Caracteriza-se por responder questões ainda sem solução com explicações, muitas vezes, sobrenaturais, que não podem ser averiguadas. Sendo sobrenaturais as respostas para as questões em aberto, provar-se-ia a existência de fatos que não podem ser entendidos pelo homem. Nessa falácia, ignora-se a realidade e apela-se para uma explicação irracional

Origem do termo

O termo deus das lacunas remonta a Henry Drummond, evangelista escocês do século XIX. Ele dizia que os cristãos não podiam apontar à ciência fatos de cujas explicações ainda eram desconhecidas para tentar provar a existência de Deus. Afirmava que as explicações que estavam faltando, as lacunas, preencher-se-iam com Deus. Dizia que Deus era muito mais do que o "ocasional operador de milagres". conhecemos, não no que desconhecemos".

No século 20, Dietrich Bonhoeffer expressa um conceito similar por meio de cartas que escreveu durante a sua prisão por nazistas na Segunda Guerra Mundial, cartas cuja revelação deu-se mais tarde. Bonhoeffer dizia que usar Deus para tapar a nossa incompletude de conhecimento é algo muito errado. Ele resumiu seu pensamento na frase: "vamos encontrar Deus no que nós conhecemos, não no que nós desconhecemos".

O termo ganhou amplitude quando foi usado no livro Ciência e Fé Cristã de 1955 por Charles Coulson, em que dizia que "não há "Deus das lacunas" para assumir esses espaços em que a ciência falha e a razão é que essas lacunas diminuem de tamanho".

O termo foi usado novamente em um livro de 1971 e em um artigo de 1978 por Richard Bube. Ele elaborou o conceito de deus das lacunas de forma mais detalhada. Bube atribuiu as crises modernas da fé religiosa à diminuição do deus das lacunas com o progresso do conhecimento científico. Bube afirmou que A Origem das Espécies de Charles Darwin foi a sentença de morte ao deus das lacunas, eliminando-as quase que por completo.

Uso do deus das lacunas


O termo deus das lacunas é, por vezes, utilizado para descrever a tentativa de fazer explicações religiosas com argumentos que ainda não podem ser testados pela ciência.

Estrutura lógica

Pode ser explicado pela tentativa de explicar deus com argumentos não-válidos para a ciência.

Algo ainda não pode ser explicado.
Existe uma lacuna no conhecimento da ciência
Logo, a explicação deste algo deve ser: uma ação de Deus, ou de um designer inteligente.
Infere-se que a falta de explicação, ou existência de uma lacuna no conhecimento, provaria existência de Deus, ou de um designer inteligente.

Exemplos

Um homem curou-se dum câncer e nenhum exame médico conseguiu explicar como isto aconteceu. Isso deve ter sido um milagre de deus. Sendo assim, deus existe.

Não foi levado em consideração que existem muitas características ainda não descobertas sobre o câncer e tambem sobre o homem que foi curado. O câncer poderia ter sido de uma forma fraca, que foi combatida pelo sistema imunológico, ou o homem pode ter alguma informação genética desconhecida que o torna seu corpo melhor em combater câncer.
Aquelas pessoas foram vítimas de um acidente aéreo, dentre tantas outras pessoas, foram as únicas que sobreviveram. Elas rezaram, por isso deus as salvou.

Pode também ser entendido como apelo à ignorância, porque não se pode saber se as pessoas que morreram, rezaram. Nesse caso, admite-se um milagre que fez com que as pessoas que rezaram sobreviveram. Ora, necessita-se de mais informações sobre esse acidente, como se as pessoas que sobreviveram estavam sentadas próximas à saída de emergência ou se elas conseguiram seguir os procedimentos de segurança de um avião. Mesmo que, ainda assim, a sobrevivência dessas pessoas não fosse explicada, isso não quer dizer que o que tenha acontecido com elas foi um milagre.

Referências.

Veja, Teleological Arguments for God's Existenc na Stanford Encyclopedia of Philosophy [1] (em inglês).
2.↑ Veja, de Thomas Dixon, Science and Religion: A Very Short Introduction p. 45 (em inglês).
3.↑ Henry Drummond. The Ascent of Man. [S.l.: s.n.], 1904. Capítulo: 10,. Página visitada em 17 de junho de 2011.
4.↑ Dietrich Bonhoeffer, letter to Eberhard Bethge, 29 May 1944, pages 310–312, Letters and Papers from Prison edited by Eberhard Bethge, translated by Reginald H. Fuller, Touchstone, ISBN 0684838273, 1997; Translation of Widerstand und Ergebung Munich: Christian Kaiser Verlag, 1970
5.↑ Charles Alfred Coulson (1955) Science and Christian Belief, p 20.
6.↑ Richard Bube. Resposta ao deus das lacunas (em inglês).

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

vaidade da vida

Por gentil pereira

"Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu: há tempo de nascer e tempo de morrer;
tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou;
tempo de matar e tempo de curar;
... tempo de derribar e tempo de edificar; tempo de chorar e tempo de rir;
tempo de prantear e tempo de saltar; tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntar pedras;
tempo de abraçar e tempo de afastar-se de abraçar;
tempo de buscar e tempo de perder;
tempo de guardar e tempo de deitar fora; tempo de rasgar e tempo de coser;
tempo de estar calado e tempo de falar; tempo de amar e tempo de aborrecer;
tempo de guerra e tempo de paz." (Texto Bíblico)

Quando for o tempo de rir, sorria. Mas sorria muito por que isso é vaidade da vida. Tudo passa. Quando for o tempo de chorar, chore; por saudade ou uma perca, chore. Tu és humano, e a vida é vaidade, passa muito rapido tudo e quando percebemos lá se foi os nossos momentos mais doces e quem nos dá é Deus. Valorizemos o que Deus nos dá.

Que Deus nos Ajude!